Os smartphones já fazem parte do dia a dia de grande parte dos consumidores, a ligação à internet via mobile já é normal e até uma necessidade para alguns. Mas na realidade os utilizadores preferem Browsers ou Apps?
Os marketers pretendem dar resposta a esta necessidade dos utilizadores, mas persiste a dúvida, o que preferem os utilizadores? Apps ou Browsers? De acordo com o estudo Simple Targeting and audiance Trends (STAT), da Jumptap, publicado em fevereiro de 2012, os valores estão bastante próximos.
No início de 2011, as Apps apenas detinham a preferência de 44,9% dos utilizadores, face aos 55,1% Mobile Web. No final do ano, em dezembro, os dados invertem-se, as Apps alcançam a maioria com 50,7%. Contudo, os dados são bastante próximos e as oscilações pouco significativas para definir um dos meios como o oficialmente preferido.
Desta forma, é necessário analisar a preferência de utilização, consoante a informação a que se destina cada atividade. O estudo do Yahoo! e Ipsos, Mobile Modes: How to Connect with Mobile Consumers, responde a esta questão.
Quando o objetivo é navegar (65%), estar ligado ao mundo mais social (69%), encontrar informação (61%) ou gerir (54%), as aplicações são as eleitas pelos utilizadores. No entanto quando o objetivo do acesso é a compra de algum produto ou serviço (73%), efetuar uma pesquisa (63%) ou aceder a conteúdos de entretenimento (60%), os Browser são os escolhidos para desempenhar estas atividades.
Sem dúvida que os utilizadores adotam os recursos às suas necessidades e preferências, deixando a porta aberta aos profissionais para determinar qual a melhor estratégia para os seus objetivos e marcas. Um facto certo e claramente definido no mercado e para o futuro é a necessidade das marcas estarem presentes nas versões mobile, disponíveis para os seus utilizadores em qualquer lugar.

