Para uma agência, que realiza web design, a guerra entre browsers é algo que lhe dificulta até o trabalho mais simples. Isto porque a diferente \"tradução\" que os diversos browsers fazem do código, torna praticamente impossível garantir a coerência gráfica e funcional dos projectos.
Isto é tão mais verdade quanto mais antigo for o browser. Por exemplo, segundo a Microsoft o Internet Explorer 6 (IE6) ainda representa quase 10% dos utilizadores mundiais (www.ie6countdown.com).
É precisamente o IE6 que mais dor de cabeça dá quando se pretende utilizar todas as novas funcionalidades do HTML5 e do CSS3. Qualquer utilizador com o IE6 verá uma frustrante versão "puzzle" do projecto.
O suporte ao Internet Explorer 6 por parte de aplicações web ou por quem desenvolve templates já não se encontra disponível, e a própria Microsoft encoraja a actualização para uma versão mais recente. Não só para que se obtenha uma melhor experiência enquanto navega mas também pelas falhas de segurança que desde o início o afectaram.
Felizmente, em Portugal somente 1,7% dos utilizadores navega com o IE6.

